A procura de tecnologias de ponta e a sua utilização, são factores preponderantes no sucesso das empresas. Estas devem ter a obrigação de acompanhar a globalização e os seus efeitos, pesquisando novos mercados e detectando novas tendências e necessidades.
Os novos processos de produção que utilizam máquinas ou equipamentos altamente sofisticados, são da maior importância nos resultados finais das empresas que procuram sempre um maior rendimento nas produções, reduzindo os custos. Essas máquinas ou equipamentos que têm muitas vezes complexos e sensíveis sistemas ou dispositivos electrónicos, são muito dependentes da qualidade da energia eléctrica que recebem, de modo a operarem correctamente.
A modernização dos processos de produção em que as empresas se empenham para pôr em prática, muitas vezes enfrentam problemas que não tem nada a ver com a tecnologia do equipamento, mas antes, com problemas e fenómenos que surgem na corrente eléctrica, tais como: frequências parasitas, ruídos e interferência electromagnéticas, picos de tensão, harmónicas de tensão e corrente. Estas interferências, que perturbam e degradam sinais e ajustes, impedem o bom funcionamento desses processos, gerando paragens muito onerosas para a produção e alterando as expectativas iniciais das empresas em relação ao “pay-back” dos investimentos em tecnologia mais avançada.
Todos os equipamentos ou máquinas que funcionam plenamente sem as ditas “paragens”, na realidade toleram essas perturbações, mas sofrem de formas diferentes. As variações de frequência, os ruídos e interferências aumentam o consumo da corrente que se perde por dissipação térmica nos condutores, nos motores, na instalação e noutros equipamentos, reduzindo a vida útil dos mesmos.